quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A Espera da Hora

Nas Trevas da Noite
Açoitado pelos gélidos Ventos e Saraivadas da Desolação
O Topo da Montanha continua a ser o cárcere do Dragão.

Mas,
Garras cravadas na rocha,
Que eras e eras esculpiram
Na Sabedoria do Tempo,
O seu Coração se mantém quente e palpitante.

A Hora chegará.
O Sol voltará.
Ré, Pai Celestial!
E com ele a Esperança renovada.

Tranquilo
O Dragão espera o Guerreiro.

6 comentários:

Leandro disse...

Nossa, muito lindo!
Parabéns!

ManDrag disse...

Salve! Lean
Bem-hajas, pela presença e pelos elogios.
Abração.
Salutas!

Paulo disse...

E este Sol que aquenta o corpo frio
há muito em busto gélido e in.sensível
este Sol que exalta o tempo oculto no vazio
que não sente, porque há muito já sentiu
a efemeridade sempre perto e verosímil

E este Sol que alcança a Alma em tom maior
que agita o som em magistral alarido
impele a vida rumo a todo e qualquer sentido
mesmo que tudo isso possa ser proíbido
porque ausente a Alma, o corpo não tem sabor

E este Sol iluminura da mediana idade
que governa a Alma em perfeita composição
este Sol patenteia o que já foi saudade
estará presente até à eternidade
sob a figura de arrebatar a Alma à imensidão

Abraço(-TE) ManDrag

ManDrag disse...

Salve! Paulo, o Guerreiro

Lisonjeiro teu gesto em corresponder ao meu apelo com outro poema.

E nesta cumplicidade um Sol nos ilumina, um Sol que descobre brechas de luz entre as pregas dum tempo carcomido pela desolação e desalento.
Um Sol que traz esperança e anseio.
Um Sol de promessa dum novo dia.

TE abraço, Paulo,

Salutas!

SILÊNCIO CULPADO disse...

ManDrag

Sim a hora chegará.Com sol e esperança para que o Dragão escreva um poema menos solitário.


Abraço

ManDrag disse...

Salve! Lídia
Digo Amén aos teus votos.
Abraço.
Salutas!